Encerramento de 2010 da bolsa
0 comentários Postado por Bolsa de Valores às sexta-feira, dezembro 31, 2010
A BM&FBovespa encerrou 2010 com ganho modesto. O Ibovespa, principal índice do mercado de ações do país, teve valorização de 1,04% durante todo o ano.
O índice encerrou 2009 com 68.588 pontos. Hoje, no último pregão de 2010, subiu 0,51% e chegou aos 69.304 pontos.
Durante 2010, cerca de 430 mil negócios foram fechados por dia na BM&FBovespa. Em 2009, foram fechados 332 mil. A quantia negociada por dia subiu de R$ 5,2 bilhões para R$ 6,4 bilhões de 2009 para 2010.
Já o dólar fechou o ano cotado a R$ 1,66. A moeda terminou 2010 com desvalorização de 4,42%.
O índice encerrou 2009 com 68.588 pontos. Hoje, no último pregão de 2010, subiu 0,51% e chegou aos 69.304 pontos.
Durante 2010, cerca de 430 mil negócios foram fechados por dia na BM&FBovespa. Em 2009, foram fechados 332 mil. A quantia negociada por dia subiu de R$ 5,2 bilhões para R$ 6,4 bilhões de 2009 para 2010.
Já o dólar fechou o ano cotado a R$ 1,66. A moeda terminou 2010 com desvalorização de 4,42%.
Vale como opção de investimento
0 comentários Postado por Bolsa de Valores às quinta-feira, dezembro 30, 2010Pode-se colocar como uma boa opção de investimento a mineradora Vale, que é a segunda maior diversificada do mundo, e a maior da América Latina, tendo como capitalização no mercado de cerca de 140 bilhões de dólares.
A Vale foi considerada uma das 25 maiores geradoras de valor sustentável aos acionistas no mundo, em função do seu ótimo desempenho ao longo dos últimos 10 anos.
As ações da Vale são negociadas na BM&FBOVESPA (Vale3 e Vale5), Bolsa de Valores de Nova Iorque – NYSE (VALE e VALE.P) e Euronext Paris (Vale3 e Vale5). O valor médio diário negociado foi cerca de 1,8 bilhões de dólares no segundo trimestre de 2010 (2T10).
- Retorno ao acionista:
Está entre as maiores empresas produtoras de matérias primas, 2000 – 2009
POS. Empresa TSR (%)
1 Vale 33,2
2 BHP Billinton 27,2
3 Rio Tinto 19,0
4 Anglo American 17,0
Fonte: Bloomberg
Executada a ordem de compra/venda de uma ação, ocorre a liquidação física e financeira, processo pelo qual se dá a transferência da propriedade dos títulos e o pagamento/recebimento do montante financeiro envolvido, dentro do calendário específico estabelecido pela Bolsa para cada mercado.
No mercado a vista, vigora o seguinte fluxo de liquidação:
D+0 - dia da operação;
D+1 - prazo para os intermediários financeiros (Corretoras) especificarem as operações por eles executadas junto à Bolsa;
D+2 - entrega e bloqueio dos títulos para liquidação física da operação, caso ainda não estejam na custódia da CBLC;
D+3 - liquidação física e financeira da operação.
A liquidação é realizada por empresas de compensação e liquidação de negócios, que podem ser ligadas à Bolsa ou independentes.
A BOVESPA utiliza a CBLC - Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia para liquidar as operações realizadas em seus mercados.
As Corretoras da BOVESPA e outras instituições financeiras são os Agentes de Compensação da CBLC, responsáveis pela boa liquidação das operações que executam para si ou para seus clientes.
No mercado a vista, vigora o seguinte fluxo de liquidação:
D+0 - dia da operação;
D+1 - prazo para os intermediários financeiros (Corretoras) especificarem as operações por eles executadas junto à Bolsa;
D+2 - entrega e bloqueio dos títulos para liquidação física da operação, caso ainda não estejam na custódia da CBLC;
D+3 - liquidação física e financeira da operação.
A liquidação é realizada por empresas de compensação e liquidação de negócios, que podem ser ligadas à Bolsa ou independentes.
A BOVESPA utiliza a CBLC - Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia para liquidar as operações realizadas em seus mercados.
As Corretoras da BOVESPA e outras instituições financeiras são os Agentes de Compensação da CBLC, responsáveis pela boa liquidação das operações que executam para si ou para seus clientes.
As ações com o objetivo de obter ganho(s) a médio e longo prazo, em oposição a resultados imediatos, podem ser divididas em:
- "blue chips" ou de 1ª linha: são ações de grande liquidez (grande quantidade de negócios) e procura no mercado de ações por parte dos investidores, em geral de empresas tradicionais, de grande porte/âmbito nacional e excelente reputação;
- de 2ª linha: são ações um pouco menos líquidas, de empresas de boa qualidade, em geral de grande e médio portes;
- de 3ª linha: são ações com pouca liquidez, em geral de companhias de médio e pequeno portes (porém, não necessariamente de menor qualidade), cuja negociação caracteriza-se pela descontinuidade.
Mercados a Vista e de Derivativos
0 comentários Postado por Bolsa de Valores às segunda-feira, dezembro 27, 2010As operações na Bolsa podem ser efetuadas nos seguintes mercados:
- a Vista: no qual compradores e vendedores estabelecem um preço para um lote de ações a ser entregue e pago no prazo determinado, atualmente D+3;
- a Termo: no qual as partes fixam um preço para a liquidação físico-financeira da ação em prazo futuro determinado;
- de Opções de compra ou venda: no qual as partes negociam o direito de comprar/vender a ação a preço e prazo futuro determinados; e
- Futuro: no qual ocorre a compra ou venda de ação a um preço acordado entre as partes para liquidação em data futura específica.
Mercados Primário e Secundário
0 comentários Postado por Bolsa de Valores às domingo, dezembro 26, 2010Você sempre ouve falar em Mercado Primário e Secundário. O que significa?
O Mercado Primário nada mais é do que o lançamento de novas ações no mercado, com aporte de recursos à companhia.
Uma vez ocorrendo o lançamento inicial ao mercado, as ações passam a ser negociadas no Mercado Secundário, que compreende as bolsas de valores e os mercados de balcão (mercados onde são negociadas ações e outros ativos, geralmente de empresas de menor porte e não sujeitas aos procedimentos especiais de negociação).
Operações como a colocação inicial, junto ao público, de grande lote de ações detido por um acionista podem caracterizar operações de abertura de capital, exigindo registro na CVM. Apesar da semelhança com o mercado primário, os recursos captados vão para o acionista vendedor (e não para a companhia), determinando, portanto, uma distribuição no Mercado Secundário.
O Mercado Primário nada mais é do que o lançamento de novas ações no mercado, com aporte de recursos à companhia.
Uma vez ocorrendo o lançamento inicial ao mercado, as ações passam a ser negociadas no Mercado Secundário, que compreende as bolsas de valores e os mercados de balcão (mercados onde são negociadas ações e outros ativos, geralmente de empresas de menor porte e não sujeitas aos procedimentos especiais de negociação).
Operações como a colocação inicial, junto ao público, de grande lote de ações detido por um acionista podem caracterizar operações de abertura de capital, exigindo registro na CVM. Apesar da semelhança com o mercado primário, os recursos captados vão para o acionista vendedor (e não para a companhia), determinando, portanto, uma distribuição no Mercado Secundário.
Começando na bolsa com um pequeno investimento
0 comentários Postado por Bolsa de Valores às sábado, dezembro 25, 2010É muito pensar que não vale a pena entrar na bolsa de valores com um investimento menor do que R$ 5 mil.
De fato, as taxas (corretagem, emolumentos e custódia) podem fazer com que um início investindo um valor como R$ 500,00 não valha a pena.
Porém, eis alguns motivos que fazem valer a pena começar na bolsa mesmo com um investimento inicial baixo:
- Geração de interesse: ter algum dinheiro na bolsa, por menos que seja, cria um círculo virtuoso.
Você começa a interessar-se com o que acontece no mercado financeiro, interessado passa a estudar sobre o tema, estudando movimenta seu dinheiro com maior consciência, passa a ganhar mais e perder menos, ganhando mais, se interessa por ampliar o seu investimento. Com mais investimento enrredado, você se interessa cada vez mais sobre o tema.
- Risco: a renda variável, no caso da bolsa de valores, deve receber apenas uma parte de seus investimentos. Se você tem juízo, não vai colocar na bolsa todo o dinheiro que economizou desde os 10 anos de idade. Você deve começar devagar.
- Custo do aprendizado: talvez as taxas de corretagem e de custódia façam não valer a pena um investimento pequeno no início. Mas olhe para o primeiro item desta lista e considere que, se pelo menos você conseguir manter o dinheiro empatado, foi um preço pequeno para seu aprendizado, e se ganhar, melhor ainda.
- Educação emocional: com valores pequenos, fica mais fácil para o iniciante enfrentar o turbilhão emocional que é a bolsa de valores. Tomar decisões racionais e baseadas em critérios objetivos e planos pré-traçados sem a interferência das emoções é fundamental para qualquer investidor.
Arezzo na bolsa de valores
0 comentários Postado por Bolsa de Valores às sexta-feira, dezembro 24, 2010A fabricante e varejista de calçados Arezzo entrou nesta quinta-feira com pedido na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para emitir ações na bolsa. Em outras palavras, realizará uma Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla em inglês).
Os recursos da operação, de acordo com o documento enviado à CVM, serão destinados a reforçar o caixa da companhia. Maiores detalhes do IPO, como quantidade de ações e cronograma, ainda não constavam do prospecto preliminar.
A oferta primária (ações novas) marcará a estreia da empresa na BM&F Bovespa. Além deste lançamento, a intenção da Arezzo é fazer uma oferta secundária (papéis já existentes) dos atuais sócios.
A empresa é bastante conhecida por sua atuação no varejo de calçados femininos no Brasil, que se dá por meio de 253 franquias e 27 lojas próprias. Suas marcas estão presentes ainda em mais de 1.600 lojas multimarcas.
O coordenador-líder da oferta é o Itaú BBA. A operação conta com apoio dos bancos Credit Suisse e Bank of America Merrill Lynch.
Matéria da revista Veja, 09/12/2010.
5 mentiras sobre a bolsa de valores
0 comentários Postado por Bolsa de Valores às quinta-feira, dezembro 23, 2010- Não tenho dinheiro suficiente: esperar juntar uma determinada quantidade de dinheiro antes de começar vai atrasá-lo. Você pode começar a investir com qualquer valor.
- A bolsa de valores é muito complicada: ainda que você não esteja interessado em ser especialista no assunto, as corretoras têm interesse em orientá-lo no investimento que melhor se adéqua a seu perfil.
- A bolsa de valores é um jogo de azar: se você não sabe o que está fazendo, até atravessar a rua é arriscado. A bolsa tem seus riscos, mas se você souber onde está se metendo e tiver certa cautela, as chances de ter lucros maiores do que na renda fixa são bem grandes.
- O preço das ações é imprevisível: isso não é verdade. Embora não haja um sistema com cem por cento de certeza sobre o movimento dos preços das ações, existem métodos que podem prever as altas e as baixas dos papéis com precisão suficiente para tornar seu investimento mais seguro.
- É difícil começar a investir na bolsa: começar qualquer coisa é difícil. É a lei da inércia. Mas começar a investir na bolsa, em si, é fácil. Mais fácil até do que abrir uma conta corrente comum em um banco.
É possível comprar ações da Apple e da Google no Brasil
0 comentários Postado por Bolsa de Valores às quarta-feira, dezembro 22, 2010Em maio deste ano, BM&FBovespa e o Deutsche apresentaram os Brazilian Depositary Recipts de nível I não patrocinados para corretora, fundos de investimentos, administradores de carteira e assets. Os BDRs são certificados emitidos no Brasil, que representam valores mobiliários de amissão de companhias abertas, ou semelhantes, com sede no exterior. Tal certificado é emitido através de instituição depositária estabelecida no Brasil, lastreado em valores imobiliários de empresa estrangeira não registrada como companhia aberta no País. Os dez primeiros BDRs negociados no Brasil são Apple Inc., Bank of America Corporation, Arcelor Mittal CI A Ads, Goldman Sachs Group Inc., Exxon Mobil Corporation, Wal-Mart Stores Inc., Avon Product Inc., Pfizer Inc., e McDonald's. A instituição financeira escolhida para essa primeira emissão foi o Deutsche Bank S.A., banco esse alemão que acumula as funções do depositário, patrocinador, escriturador e agente de pagamentos.
Inserida em um mercado que cresce quase 10% ao ano, com 13 shoppings próprios, 9 outros sob sua administração e 2 lançamentos em 2010, a Aliansce (ALSC3) é a segunda maior administradora de um setor que só no ano passado cresceu 9,91%, um número muito acima da economia nacional, e prevê um crescimento de 8% a 12% até o final de 2010. Em janeiro deste ano, a Aliansce realizou sua oferta pública inicial de ações (IPO), com resultado abaixo do esperado pela própria companhia, pois foi feita num momento de incertezas econômicas globais, o que afetou negativamente o resultado das negociações. Mas isso não chega a afetar a credibilidade de uma das pioneiras no setor.
DIFERENCIAIS DA ALIANSCE
- Pioneirismo no mercado brasileiro.
- Portfólio balanceado com grande potencial de crescimento.
- Acionistas e administradores com forte tradição no setor.
- Abrangência geográfica e alcance de todas as faixas de renda.
- Sólida estrutura para aproveitamento de oportunidades de aquisições de participações em shoppings de todo o Brasil.
Ainda falando em fusão de Cosan e Shell, a Cosan destaca-se pela sua liquidez e tamanho, além de ser uma companhia que apresenta papéis que cabem no bolso de qualquer investidor. Mas nem todas as empresas do segmento caminham na mesma direção, ou seja, é preciso estar atento.
Um problema comum encontrado em muitas companhias do setor de açucar e álcool, é a baixa liquidez dos papéis. Tanto a São Martinho (SMTO3) quanto a Guarani (ACGU3), possuem liquidez muito baixa, sendo assim um empecilho para grandes investidores. Já a Cosan, além de possuir grande liquidez, também é um papel negociado fora do País. Em resumo, ela oferece todas as condições para qualquer tipo de investidor.
O preço-alvo da Bradesco Corretora para a Cosan está em R$ 37,20 por ação para dezembro deste ano. Na data de 20/05, os papéis da Cosan estavam sendo negociados a R$ 20,70. A diferença demonstra não apenas o otimismo do mercado, mas também as possibilidades de ganho para o investidor.

Após o anúncio da joint venture com a Shell, as ações da Cosan subiram cerca de 25%, porém essa alta foi minimizada pelas sequentes quedas registradas da bolsa, sobretudo, a partir do início do segundo trimestre de 2010. Sinal de que o mercado reagiu positivamente ao anúncio, apesar de que o retrocesso que os papéis registram nos dias que se seguiram à divulgação da parceria. É possível fazer uma conta simples baseando-se na entrada do caixa que a Shell está trazendo - no valor de U$$ 1,625 bilhão com o dólar a R$ 1,70 (cotação da época do anúncio da fusão) - e dividir pelo número de ações da Cosan, chegará a R$ 6,80 a mais por ação. Então se você pegar a cotação do fechamento do dia 21/05, por exemplo, e somar mais R$ 6,80, obterá um upside muito relevante, na faixa de 30%.
Se esta valorização ocorrerá em curto prazo, é difícil dizer, mas tudo depende da performance da bolsa como um todo. O que importa na opinião dos analistas, é que os papéis da empresa têm real potencial de crescimento e, dependendo do perfil do investidor, surge uma alternativa interessante para o incremento de qualquer carteira de investimentos.
Depois do lançamento dos primeiros Certificados de Depósitos Brasileiros (BDRs), que permitem aos investidores daqui aplicarem em grandes empresas estrangeiras por meio da Bovespa, a bolsa do Brasil pretende ampliar o programa, permitindo que mais bancos lancem esses papéis. E, como toda ação tem uma reação, estrangeiros poderão comprar ações de empresas brasileiras pagando em dólar, por meio de uma tela especial no site da Bovespa. Essa é mais uma iniciativa para facilitar o investimento estrangeiro nas ações brasileiras.
Warren Buffett, uma das maiores fortunas nos Estados Unidos
0 comentários Postado por Bolsa de Valores às sexta-feira, dezembro 17, 2010 "Você precisa entender de contabilidade e deve compreender as nuances dessa ciência. Esse é o idioma dos negócios, um idioma imperfeito, porém, a menos que esteja disposto a fazer o esforço de aprender contabilidade - como ler e analisar demonstrações financeira -, não deveria escolher ações por conta própria."
WARREN BUFFETT
O primeiro passo para investir bem é saber aonde você quer chegar
0 comentários Postado por Bolsa de Valores às quinta-feira, dezembro 16, 2010O educador financeiro Reinaldo Domingos, crador da Metodologia DiSOP (Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar), afirma que antes de investir, é preciso ter o hábito de poupar.
Domingos diz que o melhor investimento antes de mais nada é poupar. Investir bem é uma forma de buscar mais rápido a independência financeira, mas é necessário respeitar o dinheiro e, para isso, deve-se diversificá-lo. Investir é o melhor caminho para ter melhor segurança e equilíbrio.
O primeiro passo para iniciar os investimentos, é saber que você pode destinar uma parte que não ultrapasse mais do que 20% do total de seu patrimônio líquido. Investir por investir não é interessante, é imprescindível que todos que aplicam dinheiro, seja em ações ou em outro tipo de investimento, saibam o porquê deste investimento.
Investir na bolsa é interessante pois podemos ser acionistas de excelentes empresas, ter a valorização delas e lograr dividendos e juros sobre seu capital. O investimento em ações na bolsa de valores é prazeroso e sadio, porém sempre acompanhado de preferência por uma boa corretora de valores.
Domingos diz que o melhor investimento antes de mais nada é poupar. Investir bem é uma forma de buscar mais rápido a independência financeira, mas é necessário respeitar o dinheiro e, para isso, deve-se diversificá-lo. Investir é o melhor caminho para ter melhor segurança e equilíbrio.
O primeiro passo para iniciar os investimentos, é saber que você pode destinar uma parte que não ultrapasse mais do que 20% do total de seu patrimônio líquido. Investir por investir não é interessante, é imprescindível que todos que aplicam dinheiro, seja em ações ou em outro tipo de investimento, saibam o porquê deste investimento.
Investir na bolsa é interessante pois podemos ser acionistas de excelentes empresas, ter a valorização delas e lograr dividendos e juros sobre seu capital. O investimento em ações na bolsa de valores é prazeroso e sadio, porém sempre acompanhado de preferência por uma boa corretora de valores.
Funções das Bolsas de Valores
0 comentários Postado por Bolsa de Valores às quarta-feira, dezembro 15, 2010Os mercados de capitais são mais eficientes em países onde existem bolsas de valores bem estruturadas, transparentes e líquidas. Para que elas desempenhem suas funções, o ambiente de negócios do país tem que ser livre e as regras devem ser claras. Nestes contextos, as bolsas podem beneficiar todos os indivíduos da sociedade e não somente aqueles que detêm ações de companhias abertas. Veja, a seguir, quais são os benefícios gerados pelas bolsas de valores para a economia e a sociedade como um todo:
Levantando capital para negócios - As bolsas de valores fornecem um excelente ambiente para as companhias levantarem capital para expansão de suas atividades através da venda de ações, e outros valores mobiliários, ao público investidor.
Mobilizando poupanças em investimentos - Quando as pessoas investem suas poupanças em ações de companhias abertas, isto leva a uma alocação mais racional dos recursos da economia, porque os recursos - que, de outra forma, poderiam ter sido utilizados no consumo de bens e serviços ou mantidos em contas bancárias - são mobilizados e redirecionados para promover atividades que geram novos negócios, beneficiando vários setores da economia, tais como, agricultura, comércio e indústria, resultando num crescimento econômico mais forte e no aumento do nível de produtividade.
Facilitando o crescimento de companhias - Para uma companhia, as aquisições e/ou fusões de outras empresas são vistas como oportunidades de expansão da linha de produtos, aumento dos canais de distribuição, aumento de sua participação no mercado etc. As bolsas servem como um canal que as companhias utilizam para aumentar seus ativos e seu valor de mercado através da oferta de compra de ações de uma companhia por outra companhia. Esta é a forma mais simples e comum de uma companhia crescer através das aquisições ou fusões. Quando feitas em bolsas, as aquisições e fusões são mais transparentes e permitem uma maior valorização da companhia, pois as informações são mais divulgadas e há uma maior interação dos agentes envolvidos, tanto compradores quanto vendedores.
Redistribuindo a renda - Ao dar a oportunidade para uma grande variedade de pessoas adquirir ações de companhias abertas e, conseqüentemente, de torná-las sócias de negócios lucrativos, o mercado de capitais ajuda a reduzir a desigualdade da distribuição da renda de um país. Ambos os investidores - casuais e profissionais - , através do aumento de preço das ações e da distribuição de dividendos, têm a oportunidade de compartilhar os lucros nos negócios bem sucedidos feitos pelos administradores das companhias.
Aprimorando a Governança Corporativa - A demanda cada vez maior de novos acionistas, as regras cada vez mais rígidas do governo e das bolsas de valores têm levado as companhias a melhorar cada vez mais seus padrões de administração e eficiência. Conseqüentemente, é comum dizer que as companhias abertas são mais bem administradas que as companhias fechadas (companhias cujas ações não são negociadas publicamente e que geralmente pertencem aos fundadores, familiares ou herdeiros ou a um grupo pequeno de investidores). Os princípios de governança corporativa estão, cada vez mais, sendo aceitos e aprimorados.
Criando oportunidades de investimento para pequenos investidores - Diferentemente de outros empreendimentos que necessitam de grandes somas de capital, o investimento em ações é aberto para quaisquer indivíduos, sejam eles grandes ou pequenos investidores. Um pequeno investidor pode adquirir a quantidade de ações que está de acordo com sua capacidade financeira, tornando-se sócio minoritário (mesmo tendo participação percentual ínfima no capital da companhia), sem que tenha que ficar excluído do mercado de capitais apenas por ser pequeno. Desta forma, a bolsa de valores abre a possibilidade de uma fonte de renda adicional para pequenos poupadores.
Atuando como Termômetro da Economia - Na bolsa de valores, os preços das ações oscilam dependendo amplamente das forças do mercado e tendem a acompanhar o ritmo da economia, refletindo seus momentos de retração, estabilidade ou crescimento. Uma recessão, depressão, ou crise financeira pode eventualmente levar a uma queda (ou até mesmo uma quebra) do mercado. Desta forma, o movimento dos preços das ações das companhias e, de forma ampla, os índices de ações são um bom indicador das tendências da economia.
Ajudando no financiamento de projetos sociais - Os governos federal, estadual ou municipal podem contar com as bolsas de valores ao emprestar dinheiro para a iniciativa privada para financiar grandes projetos de infra-estrutura, tais como estradas, portos, saneamento básico ou empreendimentos imobiliários para camadas mais pobres da população. Geralmente, esses tipos de projetos necessitam de grande volume de recursos financeiros, que as empresas ou investidores não teriam condições de levantar sozinhas sem contar com a participação governamental. Os governos, para levantarem recursos, utilizam-se da emissão de títulos públicos. Esses títulos podem ser negociados nas bolsas de valores. O levantamento de recursos privados, por meio da emissão de títulos, elimina a necessidade (pelo menos no curto prazo) dos governos sobretaxarem seus cidadãos e, desta maneira, as bolsas de valores estão ajudando indiretamente no financiamento do desenvolvimento.
A Bovespa foi fundada em 23 de agosto de 1890 por Emilio Pestana. Até as reformas do sistema financeiro e do mercado de capitais, implementadas pelo governo no biênio 1965-1966, as bolsas de valores brasileiras eram entidades oficiais corporativas, vinculadas às secretarias de finanças dos governos estaduais e compostas por corretores nomeados pelo poder público. Após as reformas, as bolsas assumiram a característica institucional que mantém até hoje, transformando-se em associações civis sem fins lucrativos, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial. A antiga figura individual do corretor de fundos públicos foi substituída pela da sociedade corretora, empresa constituída sob a forma de sociedade por ações nominativas ou por cotas de responsabilidade limitada.
Desde então, a Bovespa vem crescendo e se modernizando, sempre em sintonia com as novas tecnologias e tendências. Até pouco tempo atrás, grande parte dos negócios ainda eram realizados através do pregão viva-voz mas, atualmente com ações e opções através do sistema Mega Bolsa, implantado em 1997. Em março de 1999, a Bovespa lançou o sistema Home Broker, que permitia que investidores pudessem comprar e/ou vender ações e opções em suas casas através da Internet. Esse sistema foi interligado ao Mega Bolsa e oferecido por uma ampla variedade de corretoras, cada qual com um serviço distinto. O sucesso do Home Broker no Brasil foi total e, em pouco tempo, os pequenos investidores passaram a ter uma maior participação no número e no volume de negócios da Bovespa, tendência que vem crescendo nos últimos anos.
Em 28 de agosto de 2007, a BOVESPA deixou de ser uma instituição sem fins lucrativos e se tornou uma sociedade por ações: a BOVESPA Holding S/A. A BOVESPA Holding possui como subsidiárias integrais a Bolsa de Valores de São Paulo (BVSP), responsável pelas operações dos mercados de bolsa e de balcão organizado. E a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), que presta serviços de liquidação, compensação e custódia.
Em maio de 2008, a BOVESPA foi integrada à BM&F, formando, então, a BM&FBOVESPA S/A.
Introdução a Bolsa de Valores
0 comentários Postado por Bolsa de Valores às segunda-feira, dezembro 13, 2010As bolsas de valores são instituições administradoras de mercados. No caso brasileiro, a BM&FBOVESPA S/A - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros é a principal bolsa de valores, administrando os mercados de Bolsa e de Balcão Organizado. A diferença entre esses mercados está nas regras de negociação estabelecidas para os ativos registrados em cada um deles. A BM&FBOVESPA também é responsável por administrar o mercado de bolsa de derivativos e de futuros.
As bolsas de valores são também os centros de negociação de valores mobiliários, que utilizam sistemas eletrônicos de negociação para efetuar compras e vendas desses valores. No Brasil, atualmente, as bolsas são organizadas sob a forma de sociedade por ações (S/A), reguladas e fiscalizadas pela CVM. As bolsas têm ampla autonomia para exercer seus poderes de auto-regulamentação sobre as corretoras de valores que nela operam. Todas as corretoras são registradas no Banco Central do Brasil e na CVM.
A principal função de uma bolsa de valores é proporcionar um ambiente transparente e líquido, adequado à realização de negócios com valores mobiliários. Somente através das corretoras, os investidores têm acesso aos sistemas de negociação para efetuarem suas transações de compra e venda desses valores.
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